Programa para a família, o corpo e a melhor idade

Data de publicação: 01/11/2018

Centro de Promoção Humana Irmã Tecla Merlo oferece Programas para a família, o corpo e a melhor idade.

Família

As mais de 120 famílias das crian­ças que participam dos programas sociais desenvolvidos pelo Centro Tecla Merlo também recebem apoio por meio do Programa Família For­talecida, que tem o objetivo de oferecer suporte humano social no seu processo de convivência, levando-as a descobrirem suas potencialidades, habilidades e, principalmente, sua corresponsabilidade na promoção social dos filhos. “Muitas vezes essas famílias não dispõem de um lugar onde possam conversar entre si, trocar experiên­cias, pedir conselhos. Quando en­tendemos o contexto das famílias, fica muito mais fácil compreender e lidar com algumas dificuldades das crianças”, explica a psicopedagoga Ana Paula da Cruz, ressaltando que o resultado desse acompanha­mento das famílias é sentido pelas orientadoras pedagógicas através do desenvolvimento das crianças. “Muitas crianças enfrentam di­versos problemas em suas casas. Tentamos ajudá-las a recordar que são crianças”, conta Daniela Cristina Moronte, pedagoga do Pro­grama Sempre Criança. Há casos de crianças que chegam introspectivas, com muitas dificuldades de aprendizado e relacionamento, causadas muitas vezes por problemas de convivência com os pais. Depois de tanto as crianças quanto os pais serem acompanhados pelos profissionais da entidade, a mudança nas crianças é perceptível. As mães também são estimuladas  a descobrirem os seus talentos no Programa Clube de Mães, que oferece a troca de experiências, resgate da autoestima e a construção de cidadania, além de possibilitar uma melhoria na renda familiar.

Para o corpo

Voltado para crianças, adoles­centes e idosos, visando aos benefí­cios da prática esportiva para o corpo, o desenvolvimento cognitivo, a socialização, o trabalho em equipe, o aumento da autoestima, do autodomínio e o respeito pelo outro, o Centro Tecla Merlo oferece o Pro­grama Corpoarte. Uma das atividades que estimu­lam o desenvolvimento do corpo é a capoeira, praticada por crianças e jovens. “Com as crianças buscamos valorizar o lúdico, por meio de uma brincadeira de capoeira, pela qual são trabalhados aspectos como a musicalidade e principalmente a co­ordenação motora”, explica Carlos Ribeiro dos Santos, o mestre Biriba, diretor do Grupo de Capoeira Mas­sapê, que realiza essa atividade na entidade. O desenvolvimento motor é muito importante para o processo de alfa­betização da criança. “Se a criança tem uma coordenação motora grossa apurada (movimentos de pé, braços, amplitude etc.), automaticamente na coordenação motora fina, para escrever, desenhar, fica muito mais fácil”, salienta o professor, além de destacar que a atividade favorece o desenvolvimento cognitivo de espaço, tempo, reflexo, cidadania, como respeito às regras e, claro, o condicionamento físico.  Aline Rodrigues Guimarães, 8 anos, pratica capoeira desde 2011 e está adorando. Ela explica que, apesar de a capoeira parecer uma luta, ela é um jogo, uma arte. “Nós corremos, jogamos bola na escola, mas achamos a capoeira daqui do Centro Irmã Tecla Merlo melhor. É mais gostoso jogar capoeira, porque tem mais movimentos e música”, garante Aline. 

Na melhor idade

“Sempre que eu passava em frente da entidade, eu via as pessoas saírem sorrindo. Eu me perguntava o que deixava as pessoas tão felizes assim. Hoje eu sei o que tem aqui dentro. Eu encontrei a razão dessa felicidade que eu estava precisando.” Maria Aparecida Campos de Barros participa do Programa Animar e Celebrar. O Programa volta sua atenção para os idosos, oferecendo condições para exer­citarem suas habilidades pessoais e valorizarem sua condição. Na Oficina da Memória, por exemplo, os idosos trabalham, através de dinâmicas, músicas e brincadeiras, o resgate de experiências da infância e juventude, a fim de exercitarem a memória, além de proporcionar uma sensação prazerosa de experiência com o passado.  Para Palmira da Ressurreição dos Santos, 78 anos, o programa foi a melhor coisa que poderia acontecer em sua vida. “Depois que eu deixei de trabalhar como costureira, além de criar os meus filhos e ajudar a criar meus netos, encontrar esse lugar foi maravilhoso”, afirmou, destacando que gosta de todos os programas, es­pecialmente ginástica, computação e a Oficina da Memória. “Quando eu não posso vir algum dia, por causa de alguma consulta médica, eu fico muito triste por me ausen­tar. Sinto falta”, afirma Palmira. Maria Aparecida Campos de Bar­ros, que completou 71 anos, par­ticipa das atividades da entidade há quatro anos. “Recentemente passei por muitas dificuldades em minha casa e só consegui superá-las porque encontrei forças aqui com as amizades no Centro Irmã Tecla Merlo”, relata.

Fonte: Fernando Geronazzo/fotos Sonia Mele
Postado por: Administrador



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