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Dia dos Avós: data de carinhos e afetos e de refletir sobre a graça de envelhecer

Data de publicação: 26/07/2019



Recorremos e estamos com os vovôs e vovós em muitos momentos de nossa vida. O Dia dos Avós, 26 de julho, é uma oportunidade de atualizar vivências ou lembranças com essas pessoas tão incríveis para a existência de cada pessoa. Uma data celebrativa relacionada à memória litúrgica de Sant’Ana e São Joaquim, os avós de Jesus.
Só de comentar sobre eles já dá para sentir o cheiro e o sabor da comida da casa da vó; recordar aquele brinquedo tão simples, mas tão cheio de amor que o vô fabricou; ouvir a voz da mãe reclamando porque os avós mimam demais; ou sentir o carinho feito com as mãos já marcadas pela idade e pelo trabalho.
Na ação realizada nas redes sociais da Paulinas-COMEP, avós e netos comentaram como é, na vida deles, essa relação tão cheia de afeto e marcada também pela música:

Raphael de Souza, de Pau dos Ferros (RN): “Eu não serei avô, pois minha vocação é o sacerdócio. Fui criado pelos meus avós e, se eu pudesse, faria tudo de novo. Minha avó, Deus a levou. Sinto muita saudade dos momentos bons. Uma canção que me faz lembrar minha avó é ‘Cantiga por vovó’, do padre Zezinho. Paulinas sempre nos emocionando.”

Reetina Zanetti, de Regente Feijó (SP): “Ser avó é sentir que a vida se prolonga, com som de risos e cheiro de açúcar.”

Francilene Freitas, de Santa Isabel (PA): “Hoje, vi este post justamente no dia em que faz quatro anos que perdi minha vózinha que tanto amava. Sinto tanto sua falta! O que mais me conforta é que eu sempre estava com ela e falava que a amava. Mulher de fé, muito devota de Nossa Senhora de Nazaré e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Me ensinou muito sobre sua devoção a Nosso Senhor Jesus Cristo. Minha vózinha se chamava Inês Passos de Oliveira.”

Ana Bia:
“Ser avó é a supremacia do amor de mãe consumado duas vezes. Ao receber meu netinho Arthur, foi como se minha filha tivesse nascido outra vez; uma nova oportunidade se fez presente para eu ser melhor como mãe e avó. É minha descendência chegando ao seu segundo estágio. Obrigada, Senhor, por sermos avós!”

Gicélia Santos:
“Ser avó é se fazer presente de forma doce, carinhosa e mágica. É ter muitas histórias para contar e muitas coisas a ensinar. Ah, como é bom o colo de vó! Como é bom poder desfrutar da dádiva de ter avós. Quem tiver os seus passe mais tempo juntinho, abraçando, cantando. O simples fato de estar junto já é o melhor presente que uma avó pode receber.”

Tales Müller, de Rio do Sul (SC): “Para mim, ser avó e avô é receber de volta todo o amor que entregou durante a juventude, pois os filhos ficarão gratos por tudo que receberam e recompensarão seus pais com o dobro de amor e carinho. Já os netos escutarão as histórias de superação e de vitória e, assim, com gratidão, vão recompensar com paixão seus velhinhos.”

Alguns já partiram; outros estão em meio a nós. De todo modo, os avós são parte fundamental da trajetória, formação e memórias afetivas dos netos. E, nas memórias, a música sempre se faz presente. Abaixo, seguem canções especiais para celebrar a data e quem sabe, você, netinha ou netinho, organizar uma linda surpresa para este Dia dos Avós:

Vovó, minha flor, meu encanto – Pe. Joãozinho, scj


Minha vovó – Newton Heliton


Vovó do futuro – Celina Santana


Cantiga por vovó – Pe. Zezinho, scj


Vovô legal – Silvio Brito



No Dia dos Avós, uma reflexão sobre a graça de envelhecer

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, dos mais de 210 milhões de brasileiros, cerca de 10% eram pessoas com 65 anos ou mais. A projeção do instituto é de que esta população atinja o patamar de 25,49% em 2060. A principal justificativa é o aumento da expectativa de vida.
Uma faixa etária que, cada vez mais, necessita de atenção, respeito e condições adequadas para o processo de envelhecimento, afinal, envelhecer é uma graça!
Além das músicas para os avós, a Paulinas-COMEP oferece um bônus na voz de Pe. Zezinho, scj: poesias e canções sobre arte de envelhecer. Nas faixas “A graça de envelhecer”, partes 1 e 2, por exemplo, o sacerdote declama lindos e profundos textos sobre a idade madura.
Consideráveis reflexões a serem feitas por todas as gerações:
“Quem disse que o velho é contrário do novo? Quem disse que o túnel é o contrário da estrada? O velho é onde todo novo um dia vai desembocar. Há um mundo de novidades no antigo. Todo ser humano envelhecido é como um sítio arqueológico: não para de revelar novidades. Para quem estuda a vida o ontem é cheio de novidades”.

Confira aqui o bônus “A graça de envelhecer”:



Por Gracielle Reis

Fonte: Paulinas-COMEP
Postado por: Comep



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