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Festa da Divina Misericórdia: uma celebração propícia para estes tempos

Data de publicação: 17/04/2020

A devoção à Divina Misericórdia, a partir das revelações de Jesus à Santa Faustina, tornou-se muito conhecida no Brasil. Inúmeros são os fiéis que, por exemplo, rezam, diariamente, às 15h, o Terço da Misericórdia ou se preparam, através de uma novena, para a Festa da Divina Misericórdia, celebrada sempre no II Domingo da Páscoa. Em 2020, no próximo dia 19 de abril.



Nos tempos atuais em que a rotina de todo o mundo foi alterada devido à pandemia do coronavírus e muitos clamam pelo fim dela e pelos doentes, esta devoção torna-se ainda mais propícia e atual. A humanidade se une e clama a misericórdia de Jesus para que acolha as necessidades, enfermidades e angústias de pessoas de todos os povos e nações, sobretudo os mais vulneráveis.

Divina Misericórdia, tem compaixão de nós!” Esta é a nossa súplica ao Senhor. Mas Ele nos assegura: Confia e espera, pois tudo vai passar! A promessa do Pai é que abram-se as Comportas Divinas e flua sobre nós a Misericórdia Infinita de Deus.

E se pedimos a Jesus que tenha compaixão de nós, Ele também nos ensina a sermos misericordiosos uns com os outros: Bem-aventurados os misericordiosos. Em tudo, Sejamos Misericordiosos como o Pai. A Mãe da Misericórdia também nos acolhe, nos leva até seu Filho, pois ela, mais do que nunca conhece esse coração divino.

Portanto, no próximo domingo, 19 de abril, o convite é o de viver intensamente, mesmo de casa, a Festa da Misericórdia. Segue o álbum completo para exaltar a Divina Misericórdia, em especial o Terço da Misericórdia, que pode ser rezado diariamente às 15h, hora em que se recorda a morte de Cristo. Disponível também no Youtube. Todas as canções podem ainda ser entoadas na família a partir do playback.


Escute a playlist no Spotify e Deezer.

Origem da Festa da Divina Misericórdia

Uma celebração de estreita relação com dois compatriotas: São João Paulo II e Faustina Kowalska. A santa religiosa polonesa recebeu visões e revelações de Jesus a respeito de Sua Divina Misericórdia, o que foi registrado em seu famoso diário, inclusive as indicações de Nosso Senhor para a instituição da Festa da Divina Misericórdia:

“A Minha imagem já está na tua alma. Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia.” (Diário, 49)

No ano 2000, a fim de atender a esse apelo, João Paulo II estabeleceu a festa, quando, tradicionalmente, os fiéis apresentam quadros e estampas de Jesus Misericordioso para serem abençoados. A imagem foi pintada, em 22 de fevereiro de 1931, pela própria Ir. Faustina a pedido de Jesus, que trouxe uma promessa: “Pinta uma imagem de acordo com o que vês, com a inscrição, ‘Jesus, eu confio em Vós. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá” (Diário, 47). E, algum tempo depois, o Senhor lhe explicou que os dois raios em destaque na imagem simbolizava o sangue e a água, que jorraram de Seu peito na cruz.


Como viver a Festa da Divina Misericórdia neste ano?

No Diário de Santa Faustina, o Senhor declara que deseja “conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia” (Diário, 1109).

Mas como fazer se não posso confessar ou receber a comunhão? Muitos podem vir a perguntar, com toda razão.

Muitos devotos não poderão estar presencialmente nas igrejas e, assim, participar da Festa. Nesta época excepcional, o chamado é para que os fiéis realizem a contrição perfeita e comunhão espiritual, havendo a impossibilidade de receber os sacramentos. Desta forma, o próximo domingo será, de igual modo, um refúgio para as almas que se aproximarem da Divina Misericórdia.

A contrição perfeita, de acordo com o Catecismo da Igreja Católica, nos números 1451 e 1452, seria “uma dor da alma e uma detestação do pecado cometido, com o propósito de não mais pecar no futuro. (...) Uma tal contrição perdoa as faltas veniais: obtém igualmente o perdão dos pecados mortais, se incluir o propósito firme de recorrer, logo que possível, à confissão sacramental”. Mais do que nunca é tempo de se experimentar a Ação Misericordiosa do Senhor.

Jesus disse ainda à Ir. Faustina: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pobres pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. (...) Nesse dia, estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais se derramam as graças. Que nenhuma alma receie vir a Mim, ainda que os seus pecados sejam tão vivos como escarlate” (Diário, 699).

Uma oportunidade única de encontrar proteção e abrigo no Misericordiosíssimo e Sagrado Coração de Jesus!

Por Gracielle Reis

Fonte: Paulinas-COMEP
Postado por: Comep



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