EDIÇÃO 84

Data de publicação: 29/09/2016

EDITORIAL

“A vida devia ser bem melhor, e será”

Neste último trimestre do ano, dia 2 de novembro, recordamos os nossos entes queridos que nos deixaram, mas que permanecem presentes na lembrança e no nosso coração. Especialmente neste dia, procuramos manter bem viva a sua memória, manifestando o nosso carinho, respeito e saudades ao lhes oferecer flores, preces, visitas às suas sepulturas e tantas outras expressões de afeto, segundo as diferentes tradições culturais e religiosas.
Desde os seus primódios, os seres humanos – em todos os tempos e lugares – expressam de alguma forma um instintivo respeito aos mortos, e em seus rituais acenam para uma vida que não termina com a morte. É o desejo de vida inscrito em cada coração humano. Não fomos feitos para a morte, queremos vida e vida plena, eterna.
Em uma de suas canções, Gonzaguinha conseguiu expressar de forma bonita e poética a beleza da vida: “Sempre desejada, por mais que esteja errada, ninguém quer a morte, só saúde e sorte”. Entretanto, no nosso cotidiano, quantas coisas desfiguram a beleza da vida: a corrupção, a mentira, a acumulação de riquezas, a sede de poder em benefício próprio e de grupos de interesses, em detrimento do bem comum. Como diz Gonzaguinha em sua canção: “A vida devia ser bem melhor, e será...”, com a participação e a colaboração de cada um de nós brasileiros empenhados em superar a injustiça, a corrupção, a intolerância, o preconceito e construir um País onde todos possam viver com dignidade e cantar a beleza da vida, que “é bonita, é bonita e é bonita”...

CULTURA


BRASIL
Os quatro motores da economia. Travamento financeiro e captura política do Brasil
A economia real do Brasil funciona com quatro motores: as exportações, que permitem dinamizar um conjunto de atividades: o mercado externo; a demanda das famílias – de longe o principal motor inclusive porque responde às necessidades imediatas de consumo; o investimento das empresas; e o próprio investimento das empresas. 


RELIGIÕES


ARTIGO 1

A resistência e a retomada dos Guarani-Kaiowá
Retornar é verbo transitivo direto que significa “tornar a tomar”, seja algo concreto ou abstrato, algo que se perdeu; recuperar, rever. Eis o verbo que os Guarani-Kaiowá mais têm conjugado no estado do Mato Grosso do Sul, e aqui no sentido de retomar algo bem concreto: suas terras.




ARTIGO 2

 A morte esculpida em arte
O Taj Mahal é símbolo da beleza e do amor. No local repousa Mumtaz Mahal, a esposa preferida do imperador Mughal Shah Jahan. O cemitério da Consolação, localizado em São Paulo, é também símbolo da expressão cultural de seu povo.




REPORTAGEM

Sabedoria centenária
Aos 101 anos, a professora Ida Ragghianti conta, apaixonada por sua profissão, sobre o tempo em que a charrete a levava até os alunos para compartilhar o saber.






ATUALIDADE


VOCÊ SABIA
Contos que não são de fadas
Como explicar, especialmente para as crianças, na família e na escola, o drama dos refugiados, a violência e o terror que levam populações inteiras a abandonar suas casas, sua cidade, seu país?





DICAS
Dislexia. Sintomas e tratamentos
A dislexia não precisa ser tratada como doença, já que se trata de um distúrbio genético e neurobiológico, que não tem ligação alguma com a preguiça, falta de atenção ou má educação.





EM PAUTA
Encontro Inter-Religioso pela Paz
Com o tema Sede de paz – Religiões e culturas em diálogo, o encontro reuniu cerca de 400 lideres religiosos e políticos dos vários continentes, bem como o papa Francisco, o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I e outros representantes das religiões judaica, mulçumana, budista, dentre outras.





ARTIGO 3

A morte (por quem) tem uma vida pela frente
Na jornada temporal, que é a vida, onde nos relacionamos, decidimos, organizamos e até temos um certo controle sobre as coisas, já é difícil entender e explicar o que é viver, imagine entender o que é morrer.





ENTREVISTA
Religiões, políticas e mídias em debate
Ney de Souza, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e Magali Cunha, professora da Universidade Metodista de São Paulo, falam sobre Religiões, Políticas e Mídias na América Latina, tema do Simpósio Internacional, que ocorrerá nos dias 4 e 5 de outubro na PUC-SP e 5 e 6 do mesmo mês na Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).




EDUCAÇÃO

ARTIGO 4
Corrupção endêmica e arranjo do capital
Como entender a complexa e dinâmica realidade política brasileira? Aspectos do cenário da política se cruzam quando o assunto é entender a crise, o jogo de cena dos grupos privilegiados e o sonho de acabar com a corrupção.




ARTIGO 5
Maravilhamento x Corrupção: duas experiências que nunca estão juntas
A pessoa que escolhe o caminho da corrupção para tirar vantagens próprias transita num âmbito diferente daquele do maravilhamento. Ela sente que as regras lhe são coercitivas e que essa condição cerceia a sua “liberdade”.




SUA PÁGINA
Opção: Professoras de Ensino Religioso
Quando se pensa em Ensino Religioso em escola pública, alguém poderia imaginar uma aula maçante, monótona e praticamente desnecessária. Mas, quando essa aula é feita com pesquisa, qualidade e fundamentação teórica, a coisa muda de figura.




HOMENAGEM AO PROFESSOR

Parabéns Professor






PRECE

Oração pelas férias

RESENHA
Espiritualidade do diálogo inter-religioso - Contribuições na perspectiva cristã.


Fonte: Diálogo 84 -OUTUBRO/2016
Postado por: Diálogo




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