Diálogo 91, Julho/Setembro de 2018

Data de publicação: 17/07/2018

A palavra – falada ou escrita – distingue os humanos dos outros animais. Através dela expressamos nossas ideias, sentimentos, vontade. Comunicamos amor, perdão, alegria. Mas, para isso, a palavra deve estar respaldada na verdade, no bem, no respeito à dignidade de todas as pessoas. Caso contrário, a palavra pode ferir, denegrir, destruir.
A palavra carrega em si um grande poder, tanto para o bem quanto para o mal. Dependendo do tom da voz, da emoção que é colocada, do olhar ou gesto que a acompanha, pode construir ou destruir, aproximar ou afastar, estimular ou desencorajar, curar ou até matar.
No atual contexto de cultura da comunicação, dos sistemas digitais, das redes sociais, a palavra – nas suas várias expressões – ganha uma força ainda maior pela amplitude e rapidez de sua disseminação através desses meios. Dentre os inúmeros benefícios que isso traz para a sociedade, aqui também mora um perigo: as fake news, falsas notícias com aparência de verdade, baseadas em dados inexistentes ou distorcidos, forjadas com forte apelo emocional, com propósitos claros de atacar e denegrir uma pessoa, grupo, partido político, entidade religiosa, dentre outros.
Não nos deixemos enganar, nem cair nessa armadilha. Ajudemos, principalmente, nossos educandos ao discernimento: duvide, questione, antes de compartilhar. Informe-se sobre as fontes da notícia ou informação. Não compartilhe aquilo que semeia preconceito, ódio, maledicência.
Usemos a palavra para divulgar o que promove e favorece a união, o respeito, a dignidade das pessoas, a verdade e o bem!

Cultura






BRASIL – Dia Nacional do Cerrado







ARTIGO – A Carta do Cacique Seattle







ARTIGO – A dádiva do perdão




Religiões

ARTIGO – Experiência do sagrado – Espiritualidade judaica







ARTIGO – As Religiões: Contribuições para uma educação ecológica





Atualidade

ARTIGO – Recomendações de quem ouve, lê ou vê







ARTIGO –  Fake news: como não cair nessa armadilha







CONTO – Por que gritar?







ARTIGO – Heróis, ídolos e seguidores – Um projeto de Vida com Sentido





Educação

RESENHA – O Dom do Perdão







ARTIGO – Metodologias ativas do Ensino Religioso







PERSONALIDADE – Edith Stein e a relação educacional







VOCÊ SABIA – O Ensino Religioso na BNCC – Uma conquista do Fonaper







EM PAUTA – XV Seminário Nacional de Formação de Professores para o Ensino Religioso – Sefoper

Fonte: Diálogo 91, Julho/Setembro de 2018
Postado por: Diálogo




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