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Paulinas Editora realizou um TRÍDUO DE NATAL com Irmãs e Colaboradores

Data de publicação: 17/12/2019

Paulinas Editora iniciou os preparativos de Natal com um TRÍDUO DE NATAL

No 1º. DIA abordamos o tema: “NATAL: O MISTÉRIO DA CHEGADA DE JESUS – Fortalecer a fé”


Nosso tríduo é um momento de espiritualidade que realizamos juntos: irmãs, colaboradores e cooperadores paulinos de nossas livrarias, departamentos e setores de nosso apostolado, onde, numa mudança de época e um tempo de insatisfações profundas da humanidade, nos perguntamos: hoje, o que significa viver o Natal de Jesus?

Cremos que o nascimento de Jesus Cristo renova todas as coisas e o coração das pessoas. Sentimos a necessidade de encontrar algo novo para nós, para os outros e para a humanidade. A contemplação do presépio, os cumprimentos, os presentes, os encontros em família certamente simbolizam a busca de um maior sentido da vida e de maior fortalecimento de nossa fé. 

O Papa Francisco enviou-nos uma carta apostólica intitulada Sinal Admirável, sobre o significado e a importância do Presépio, convidando-nos a contemplar o significado e a importância de cada uma das figuras do Presépio. Iniciando nosso tríduo em preparação ao Natal, nós queremos, neste momento, responder ao convite do Papa Francisco e olhar para as figuras e montar o nosso Presépio.


As primeiras figuras que compõem o ambiente são:

- O céu estrelado, na escuridão e no silêncio da noite, faz-nos lembrar das vezes em que a noite escura envolveu nossa vida, mas Deus não nos deixou sozinhos;

- As montanhas, os rios, as luzes, as ovelhas lembram que toda a criação participa da festa da vinda do Messias entre nós.

- Os pastores, primeiras testemunhas do essencial, isto é, da salvação que nos é oferecida gratuitamente pela infinita bondade e misericórdia de Deus Pai.

- Os anjos e as estrelas são sinais de que também nós somos chamados a pôr-nos a caminho para ir até Belém e adorar o Menino Deus.

- Os pobres e os simples proclamam a necessidade da partilha, caminho para um mundo mais humano e fraterno, onde ninguém se sinta excluído.

- Maria, Mãe de Jesus, faz-nos pensar no grande mistério que envolveu Maria, quando Deus bateu à porta do seu coração imaculado. Ela nos convida a abrir nosso coração para acolher, em nossa vida, com amor e ternura, o Verbo eterno.

- José traz no coração o grande mistério que envolve Maria, sua esposa, e nos convida a aceitar a vontade de Deus e pô-la em prática. 

- Menino Jesus: no coração do presépio está o Menino Deus, Deus se apresenta a nós como um Menino, para que o acolhamos em nossos braços, com fé e amor. Na fraqueza e fragilidade esconde seu poder que tudo cria e transforma.

Os Reis Magos: homens da ciência, sedentos do infinito. Diante deles somos convidados a refletir sobre a nossa responsabilidade de ser evangelizadores. Eles ofereceram ao Menino Deus ouro, que significa a realeza; incenso, a divindade; mirra, a humanidade sagrada que experimentou a morte e a sepultura.

Figuras que parecem não ter relação com as narrativas do evangelho expressam que neste novo mundo inaugurado por Jesus, há espaço para tudo o que é humano, para todas as criaturas.

O Presépio nos faz ver, nos faz tocar este acontecimento único e extraordinário que mudou o curso da história e a partir do qual também se contam os anos, antes e depois do nascimento de Cristo.

Concluímos com a palavra do Papa Francisco: “A primeira coisa que o Natal nos chama a fazer é isto: dar glória a Deus, porque Ele é bom, é fiel, é misericordioso. Neste dia desejo a todos que possam reconhecer o verdadeiro rosto de Deus, o Pai que nos deu Jesus. Desejo que todos possam sentir que Deus está perto, e possam estar na sua presença, amá-lo, adorá-lo”.

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O tema do segundo dia de nosso TRÍDUO DE NATAL foi “JESUS BATE À NOSSA PORTA –Revigorar nossa esperança”.

Neste segundo dia de espiritualidade em preparação ao Natal de Jesus, juntos, irmãs e colaboradores, pedimos ao Espírito Santo que revigore nossa esperança em face à vida, à História e a Deus. O tema deste segundo dia envolve nossa liberdade de escolha, pois Jesus bate à nossa porta e espera que o atendamos! Cada um de nós assume livremente a responsabilidade de abri-la ou fechá-la. A porta aberta é símbolo de um coração aberto, capaz de aceitação, acolhimento e adesão. A porta fechada, chaveada, é símbolo da incomunicação e rejeição. Somos chamados pelo Espírito Santo a abrir a porta de nosso ser. Para isto acontecer, necessitamos de uma conversão a uma vida nova em Cristo. A nossa porta aberta permite ao Natal deste ano revigorar uma nova esperança de paz e de justiça para todos.

Ao abrir a porta de nossos olhos podemos ver os pastores que estão nos campos, durante a noite, cuidando do rebanho. Um anjo do Senhor lhes apareceu. A glória do Senhor cercou-os de luz, e eles ficaram apavorados. Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo! Porque eis que lhes anuncio a Boa Notícia, uma grande alegria para todo o povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vocês um Salvador, que é o Messias e Senhor”. E, de repente, uma multidão de anjos juntou-se ao anjo e louvavam a Deus, dizendo: Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos que ele ama.

Este é o anúncio de um acontecimento inédito que envolve profundamente a consciência e a responsabilidade de cada ser humano. Jesus, o Messias, está chegando numa gruta de Belém. Ele é o Salvador da humanidade de todos os tempos e lugares.

Hoje Jesus bate à nossa porta, pedindo um lugar no profundo de nosso coração, de nossa casa e de nosso país. Ele bate com amor e respeito. Ele bate também no nosso vazio, na nossa superficialidade e no nosso desamor que, por vezes, também nós vivemos ou assistimos hoje.

Concluímos, acolhendo as palavras do Papa Francisco: “O dom precioso do Natal é a esperança e a paz, e Cristo é a nossa paz verdadeira. Cristo bate à porta do nosso coração para nos conceder a paz, a paz da alma. Abramos as portas a Cristo!”.

Pe. Lelo, nosso querido padre e colaborador, editor de catequese, deu-nos a bênção final.


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