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À escuta do outro - filosofia e revelação

R$ 33,00



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Bruno Forte (Autor)


ISBN: 85-356-1118-5
Páginas: 176
Edição: 2

Idioma: PORTUGUES
Formato: (15,5 x 23,0)
Público alvo: PÚBLICO EM GERAL
Nível de leitura:
Data de lançamento: 18/07/2003
Data da última edição: 26/05/2010






Detalhes

Bruno Forte é um teólogo do sul da Itália e de grande projeção internacional. Os textos coligidos nesse livro reproduzem em sua grande maioria as aulas por ele proferidas na Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Verona, norte da Itália, de 2 a 6 de maio de 1994. Versam a questão da modernidade, cujo grande protagonista é o eu, ou seja, o mundo da identidade, tanto em seu aspecto subjetivo, como em seu aspecto absoluto. Contrapondo-se a essa visão definitiva e abrangente, surge a pós-modernidade, que coloca de maneira angustiada e inquieta a questão do outro.

O outro é o nada em relação ao tudo do eu, ou então, a reciprocidade imediata, ou, ainda, o outro totalmente Outro, só atingível por meio do evento de seu doar-se e pelas formas de seu revelar-se. Esse é o problema de que se ocupa a obra: trata de Deus, como problema de fundo, que atravessa toda a modernidade e vem encontrar uma nova fisionomia na pós-modernidade, condicionando a reflexão teológica e tornando patente sua continuidade com a própria experiência religiosa.

Os capítulos se sucedem estudando a revelação, em Hegel e Schelling, a redescoberta do Objeto puro, em Karl Barth, a fé filosófica e a fé revelada, em Karl Jasper, a relação entre a revelação e a antropologia, em Rudolf Bultmann e Karl Rahner, a problemática da revelação na ótica do personalismo de Emmanuel Mounier, a problemática da natureza e da graça em Dostoiévski e Henri De Lubac, assim como da revelação em relação com a ontologia, em Heidegger e Lévinas, com o tempo, em Friedrich Nietzsche, com a escatologia e, finalmente, com a resistência política, em Dietrich Bonhoeffer.

Todos os estudos convergem para uma conclusão, expressa poeticamente, em que, na nossa experiência religiosa descobrimos, enfim, a perfeita intimidade ou união entre o sujeito e o outro, entre nós mesmos, que não somos senão em Deus, que é: Então, não mais sendo,/ és. Eu em ti estou./ Em mim estás./ Sou quem és./ És quem sou.

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