Edição de novembro 2012

Data de publicação: 22/06/2015

Nesta edição

“É morrendo que se vive para a vida eterna.” Neste mês em que grande parte do mundo ocidental celebra o Dia de Todos os Santos e, não por acaso, também o Dia de Finados, não há como deixar de recorrer a esse verso da Oração de São Francisco de Assis para entendermos a aparente irracionalidade da lógica cristã de que há outra vida – bem melhor do que esta, imagina-se – após nossa passagem por este mundo. Não é fácil, ou é praticamente impossível, compreender tal mensagem enquanto ela não for interpretada pela inteligência da fé.
Sim, porque para ter uma fé é preciso certa inteligência, ou um certo inconformismo, para questionar e, às vezes, duvidar a respeito do que os nossos cinco sentidos nos apresentam como fatos incontestes. Nascemos, vivemos (ok, talvez não tanto nem tão bem quanto gostaríamos) e morremos. Eis os fatos que nos são apresentados desde que começamos a entender razoavelmente a vida. Portanto, seria mais fácil e cômodo acreditar que tudo termina aqui e assim. E não explicar mais nada. Ponto final.
Acontece, porém, que para o ser humano nada é tão simples ou tão fácil de ser resolvido. Buscamos respostas e perguntas para tudo. Onde viemos e nos preocupamos com o que vem depois do depois. Queremos saber o que estamos fazendo aqui. Talvez pelo princípio de que não há efeito sem causa, de que nada nesta vida se perde e tudo se transforma, de que cada vez que entramos em um rio somos diferentes – nós e o rio – e que o universo pode ser infinito e o nosso planeta, um asterisco em uma enciclopédia a ser escrita. Nascemos com inteligência para acreditar em tudo isso. Ou duvidar. E para não aceitar a morte como um fim. Afinal, se assim fosse tudo teria sido fácil demais para um Deus ter se dado ao trabalho de fazer. Não! A vida é absurdamente misteriosa e indecifrável para terminar em um simples ponto final. Parece ser mais razoável, e até mesmo racional, acreditar que é morrendo que se vive para a vida eterna.



Entrevista
A educadora social Assunção Aguiar e o grupo afrocultural piauiense Coisa de Nego

16
Dinâmica Familiar
No casamento, homem e mulher são dois inteiros

22
Família
A força extraordinária de Isabel e Constantino

28
Entre Jovens
Grupo Juruá no ritmo da cidadania



36
Saúde
O câncer perde o estigma de morte anunciada

52
Espiritualidade
À espera do mistério da vida

66
Reportagem
O lado humano da nossa dor

80
Perfil
Milton Gonçalves, a consciência negra das artes brasileiras



13
Comportamento
O que separa o ser humano da sanidade e da loucura

40
Bioética
Humanizar a dor e o sofrimento
60
Enfoque
Por que um dia para todos os santos?

74
Panorama
A beleza da comunidade quilombola de Caçandoca



seções

FAMÍLIA
 Painel do leitor
 Juventude e fé Amoração!
 Filhos “Mãe, o que é sexo?”
 Agitação Notícias para os jovens
 Maturidade Para não cair de maduro

SAÚDE
 Ecossaúde Petróleo reinventado, a erva-do-espírito-santo e o adubo de lixo

RELIGIÃO
 Paz inquieta Interceder pelo futuro
 Formação litúrgica Batismo é muito mais
 Testemunho de fé Alberione, apóstolo da comunicação
 Onnonon Onononnooooonoonnon
 Cáritas Renovar as motivações

ATUALIDADES
 Fatos
 Política Estado da Palestina, já!
 Cidadania Onoononoooono

ARTE E CULTURA
 Culinária Cozinha afrobrasileira
 Trabalhos manuais Santa devoção
 Teatro Auto de Natal


Encarte Namoro (4) Sexo pra quê?

O EVANGELHO NA COMUNIDADE
45 4 de dezembro Segundo Domingo do Advento
46 11 de dezembro Terceiro Domingo do Advento
47 18 de dezembro Quarto Domingo do Advento
48 25 de dezembro Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo




Fonte: Edição 923,novembro 2012
Postado por: Família Cristã




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