JMJ 2013, o Pará no Rio

Data de publicação: 19/07/2013

Por Karla Maria


Grupo Jovem da Pastoral Familiar, da Paróquia Cristo Rei, de Ananindeua, no Pará contavam os desafios enfrentados para participar da JMJ.


O Aeroporto Santos Dumont, que fica no centro do Rio de Janeiro, demorou a abrir suas pistas na manhã de quinta-feira, 18. Voos com destino à capital fluminense foram cancelados ou decolaram com atrasos de até cinco horas devido a um forte nevoeiro, que só se dissipou por volta das 10h30.

Os contratempos, contudo, não tiraram o sorriso dos peregrinos que chegavam à cidade para a Jornada Mundial da Juventude: o encontro do papa Francisco com milhares de jovens de todo o mundo.

Entre aqueles que desembarcavam, um grupo chamou atenção. Com bandeiras, cupuaçu e o molejo do carimbo, 37 jovens do Grupo Jovem da Pastoral Familiar, da Paróquia Cristo Rei, de Ananindeua, no Pará contavam os desafios enfrentados para participar da JMJ.

“ Começamos os preparativos há mais de um ano para pagar as despesas, fizemos bailes, eventos, venda de comida”, disse Gustavo Pinheiro Vieira, 16 anos. Para ele a JMJ é um momento de encontro com o papa e consigo mesmo. “Nesse momento, nós vamos renovar a nossa fé, conhecer gente de outros países, de outras culturas que vão poder interagir com a gente”.

Miriana Ribeiro Brito, 14 anos, membro do Grupo de Ananindeua, superou o medo do avião e viajou sozinha pela primeira vez. “Superei o medo, foi tranquilo. Tenho muita esperança e muita fé que eu vou fica pertinho do papa”.

Junto com Miriana e Gustavo, estava Taleson Augusto Monteiro, 15 anos, que decidiu mandar seu recado ao papa Francisco. “Obrigado, porque é um papa que nos passa humildade, que é a base de tudo, a base de uma vida cristã. Se eu tiver humildade, eu vou poder amar muito mais o meu irmão, o meu próximo, ser muito mais caridoso e muito mais cheios de fé, cheios do Espírito Santo. Eu diria, obrigado por passar essa humildade a toda a juventude

Além do grupo de Ananindeua, desembarcaram naquele começo de tarde jovens de Rondônia, Pernambuco e Argentina.

JMJ e a economia
Enquanto os paraenses se acomodavam no saguão do Aeroporto, outros 15 jovens, agora cariocas, com idade média de 25 anos trabalhavam na lanchonete do aeroporto. O gerente da grande lanchonete de fast food, Luis Carlos Oliveira, 23 anos, afirmou que desde a terça-feira, 16, o movimento aumentou em torno de 40%. “Essa época de férias nosso faturamento é de cerca de 6 mil reais por dia, desde que os peregrinos começaram a chegar no Rio, temos atingido entre 11 e 12 mil reais”. O aumento do movimento já possibilitou a contratação de mais outros oito jovens.





Fonte: Família Cristã
Postado por: Família Cristã




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