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Igreja dos pobres

Igreja dos pobres

Código: 531812

Coleção: Teologia do Papa Francisco

Francisco de Aquino Júnior


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O autor aborda a centralidade dos pobres e marginalizados e das pessoas em situação de sofrimento em geral. É a característica mais marcante e o aspecto mais determinante do ministério pastoral do Papa Francisco. Eles ocupam o centro de suas preocupações, de sua agenda, de suas homilias, de seus discursos e de suas orientações pastorais. E estão no centro de seus gestos mais impactantes e proféticos. Não são apenas uma questão ou um tema entre outros, mas constituem o coração mesmo de sua vida e de seu ministério. A ponto de se poder reconhecê-lo e nomeá-lo como homem/bispo da misericórdia, no sentido de ter o coração cheio dos miseráveis deste mundo ou de dar o coração aos miseráveis deste mundo.
Captar a densidade teológica desse fato e, sobretudo, aceitá-la e assumi-la com todas as suas consequências teológicas e pastorais não é nada evidente, nem simples, nem tranquilo. Na melhor das hipóteses isso aparece como consequência da fé ou como desafio pastoral, mas não como o mais central e o mais determinante da fé. Em linguagem teológica convencional, bem ou mal-intencionada, seria uma questão pastoral (importante, necessária), mas não uma questão dogmática (essencial e fundamental). E esse é o ponto que nos interessa aqui.
A insistência de Francisco na centralidade dos pobres, marginalizados e sofredores na Igreja, não é algo conjuntural nem secundário, mas algo constitutivo e determinante de sua identidade; uma dimensão e uma verdade fundamentais da fé; uma questão de ortopráxis eclesial e de ortodoxia teológica. E por essa razão deve ser tomada como uma "nota" fundamental da Igreja.
O autor parte de uma apresentação do tema tal como aparece na Exortação apostólica Evangelii Gaudium e mostra em que sentido o "ser dos pobres" constitui "uma nota eclesiológica fundamental". Tão fundamental quanto as clássicas "notas" que aparecem no símbolo niceno-constaninopolitano (una, santa, católica, apostólica), embora sua formulação em termos dogmáticos seja recente e careça ainda de maiores desenvolvimentos e elaborações.

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