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Summorum Pontificum - doc. 191

Summorum Pontificum - doc. 191

Sobre o uso da liturgia romana anterior à reforma realizada em 1970

Código: 512648

Coleção: Voz do papa

Bento XVI


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Por ocasião da aplicação das reformas litúrgicas prescritas pelo Concílio Vaticano II, as determinações romanas encontraram muita resistência por parte de certos grupos que, por razões várias, se apegaram à liturgia recentemente reordenada por Paulo VI, que seguia substancialmente o missal estabelecido por ocasião do Concílio de Trento. A resistência se concentrou na recusa das celebrações litúrgicas em língua vulgar, mas as razões aduzidas iam muito mais longe e implicavam, de fato, uma rejeição do próprio Concílio Ecumênico.

Desde os anos oitenta que João Paulo II constituiu um organismo especial na Cúria Romana, com o objetivo de absorver o cisma então aparentemente consolidado. Apesar de ainda existirem grupos mais obstinados, com os quais tem sido quase impossível dialogar, fizeram-se muitos progressos nesses últimos vinte e cinco anos, e diversas medidas foram tomadas descaracterizando progressivamente todos os pontos mais sérios da resistência ao Concílio.

Restava a questão da celebração da missa segundo o missal de Paulo VI, em Latim. Demonstrando sabedoria e compreensão, mas também decisão e coragem, Bento XVI de próprio punho, nessa Carta Apostólica com valor de motu proprio, agora publicada, lembrou que tal forma de celebração da Eucaristia nunca fora formalmente proibida e que, portanto, a critério dos bispos, ou mesmo por autorização especial da Santa Sé, admitia-se a celebração nos moldes de Paulo VI.

Na verdade pouquíssimos pequenos grupos têm hoje condições de se aproveitar da oportunidade que lhes é dada, ao mesmo tempo em que a Igreja, no seu conjunto, fica certamente enriquecida por afirmar de maneira clara e evidente que se superou a fase da uniformidade litúrgica imposta do alto e se está vivendo num clima de diversidade, ainda que isso esteja longe de justificar a improvisação e a criatividade litúrgicas, freqüentes entre nós, que escapam às normas diocesanas e à vigilância dos pastores. Somente a prática poderá vir a confirmar ou não o benefício para o conjunto da Igreja desse gesto inteligente e magnânimo de Bento XVI.

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