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O amor como linguagem única, universal

Data de publicação: 16/01/2007

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Coletânea reúne cinco inéditas e composições feitas quando integrava a Banda Vida Reluz, como "Gratidão", "Deus é capaz" e "Simplesmente amor".

Um divisor de águas. Assim pode ser definido o mais recente trabalho de Walmir Alencar, o CD O Céu se abre, assinado também pelo recém-criado Ministério de Adoração e Vida e quinto pela Paulinas-COMEP.

Desde que saiu da Banda Vida Reluz, em 1998, e partiu para a carreira solo, Walmir vinha se questionando sobre a eficácia de seu trabalho musical. Insatisfeito, queria um algo mais, ir além, um abrir fronteiras. "Sentia que, ao falar de religião, não conseguia avançar muito além dos muros da Igreja, das minhas comunidades, do meio em que já atuava."

Finalmente em agosto de 2005 lhe veio a inspiração, um nome que resumiria bem a proposta de daqui pra frente: Ministério de Adoração e Vida, um ministério cristão que dialogue com outras religiões e crenças, que vá a lugares pouco vistos nas agendas missionárias ou não freqüentados, talvez por causa da religiosidade ou até mesmo por preconceito.

"As pessoas percebem que a gente fala de algo tão comum e precioso: o amor, que é demanda universal, que derruba fronts e chega a qualquer lugar. E quem fala de amor traz o carisma da unidade, do acolher a todos sem distinção, independentemente de crença religiosa", justifica ele, que oferece neste CD a presença de um grande nome da música "gospel", pastor Gérson Freire, interpretando "Brilhará", uma das cinco inéditas composições de Walmir neste CD.

"A música ultrapassa as diferenças de crenças, e os evangélicos começam a despertar para essa união que nós, católicos, chamamos de ecumenismo." E resume: "Maior do que aquilo que nos separa é o que nos une".

O resultado dessa busca de Walmir pode ser apreciado em O Céu se abre, uma coletânea de dez faixas e um bônus: um dancing do "Celebra Vitória". A maestria do CD ficou por conta da simplicidade e do bom uso de instrumentos como guitarra, baixo, teclado, bateria e os de percussão. Entre as canções chama atenção a melodia envolvente de Fátima Souza em "Hoje livre sou".

Das composições feitas no período da Vida Reluz, o cantor resgatou "Gratidão", interpretada por Adriana; "Deus é capaz"; "O amado"; "Consolo" e "Simplesmente amor".

Por que Ministério de Adoração e Vida? "Nosso trabalho não é só com a espiritualidade, mas com a vida em todas as suas dimensões. Adoração, por sua vez, depende da vida, e vida depende da oração", explica o cantor. E avisa: "Não se trata de neutralidade, mas de avançar no diálogo por meio da música".
Texto: Joana Fátima Gonçalves

Paulinas-COMEP
Divulgação: Leo Guimarães - 11-5081-9333


Fonte: Paulinas
Postado por: Administrador



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