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Paulinas lança "Contos de Andersen" na Vila Mariana

Data de publicação: 03/05/2011

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"Pela literatura a gente consegue saber o que aconteceu, o que está acontecendo e o que é a verdade do mundo. As grandes vozes deixavam marcas em cada época, apesar de tantos anos as histórias são absolutamente atuais, porque a matéria-prima é humana."

“A literatura é uma fonte de verdade” - palavras da professora e crítica literária Nelly Novaes Coelho durante o lançamento e sessão de autógrafos do livro Contos de Hans Christian Andersen, na noite de 14 de abril, no auditório da Paulinas Livraria, na Vila Mariana, capital paulista. A obra ora lançada por Paulinas é uma tradução portuguesa dos contos diretamente do dinamarquês, feita pelo lusitano Silva Duarte e publicada em Portugal pela Gailivros. O encontro foi marcado por um bate-papo entre a professora, que selecionou os contos e se encarregou do prefácio da obra, e os convidados, entre professores, contadores de histórias e alunos.

No início do evento, a narradora de histórias Leila Terra apresentou a história "O traje novo do imperador". Em seguida, Nelly falou sobre o Andersen, ressaltando a importância de seus contos na formação das crianças, uma vez que provoca reflexões sobre lições de vida. “Inconscientemente, a criança vai formando a visão do mundo de acordo com as histórias que escuta. Nesse processo, os contos populares ajudam muito. Andersen foi um humanista e soube trabalhar com humor e imaginação. Sua mais importante matéria-prima foi a condição humana", ilustrou a professora.

A versão publicada por Paulinas reúne 80 dos 156 publicados na versão de Duarte. No evento mereceu destaque a história de um patinho que passa por tantas desventuras até descobrir a verdade sobre si próprio, a de que era um cisne. “O patinho feio” até hoje encanta crianças e adultos no mundo inteiro. Em carta a um amigo, Andersen desabafa: “O Patinho Feio é um reflexo da minha própria vida.” “O firme soldadinho de chumbo” também foi citado. Com apenas uma perna, esse personagem de Andersen se apaixonou pela bela bailarina, mas, no final de sua desventura, morre queimado ao lado do seu amor. “A menininha dos fósforos" mereceu exibição do curta-metragem que concorreu ao Oscar de 2007. A pobrezinha órfã morreu de frio e fome depois de tentar vender seus palitos de fósforos na rua.

Nelly questionou: O que esses contos têm em comum? Apesar de serem escritos há anos, retratam situações atuais, trazem lições de vida, característica forte e marcante do escritor dinamarquês. Para a professora e crítica literária, a literatura deixa o mundo atualizado. “Pela literatura, a gente consegue saber o que aconteceu, o que está acontecendo e o que é a verdade do mundo. As grandes vozes deixavam marcas em cada época, apesar de tantos anos as histórias são absolutamente atuais, porque a matéria-prima é humana”, conclui.

 


Roberta Molina
Dep. Comunicação e Mkt
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www.paulinas.org.br



Fonte: Paulinas
Postado por: Administrador

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