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Catarina Labouré, mensageira da Virgem e da Medalha Milagrosa

Data de publicação: 26/01/2010

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O exemplo de Catarina Labouré inspira-nos a manter a determinação e a confiança nos desígnios de Deus e nas graças concedidas por intermédio de Nossa Senhora.

A noviça da congregação das Filhas da Caridade, na Paris do século XIX, Catarina Labouré, recebeu diretamente de Nossa Senhora das Graças a incumbência de mandar cunhar uma medalha com símbolos e a imagem da virgem. A medalha se popularizou no mundo inteiro graças a inúmeros milagres e graças obtidas por aqueles que acreditaram na promessa de que cobriria de abundantes graças quem a levasse consigo. Já a vidente portadora da mensagem e da “medalha milagrosa” passou a vida no completo anonimato, sem chamar atenção sobre si. É sobre ela que se debruça René Laurentim em Catarina Labouré – Mensageira de Nossa Senhora das Graças e da Medalha Milagrosa, editado por Paulinas.

De origem camponesa, Zoé, como era chamada, oitava de dez filhos, encontrou uma solução para o vazio deixado pela morte da mãe: subiu em um móvel em que havia uma imagem de Nossa Senhora e pediu que ela a substituísse. Tinha, então, 9 anos, e em pouco tempo assumiu a responsabilidade de cuidar da casa e dos irmãos. Quando, mais tarde, decidiu tornar-se religiosa, encontrou resistência por parte do pai, que dizia já ter “perdido uma das filhas” dessa forma. Eram anos difíceis, logo após a Revolução Francesa, em que a Igreja e a religião Católica estavam enfraquecidas. Nada conseguiu demovê-la da decisão, ainda mais depois do sonho com São Vicente de Paulo, embora na época ela não soubesse de quem se tratasse.

Ainda noviça, teve visões com São Vicente de Paulo, com Nosso Senhor na Eucaristia e, em 18 de julho de 1830, a primeira visão de Nossa Senhora, que lhe dizia que muitas graças seriam derramadas sobre as pessoas que as pedissem com confiança. Outras duas visões se seguiram, nas quais a Santa Virgem a mandava cunhar uma medalha.

Catarina dedicou-se fielmente às irmãs, aos doentes e idosos do asilo mantido pela congregação durante os 46 anos em que foi uma verdadeira Filha da Caridade, assim como à família e a todos que dela de alguma forma necessitassem. Enfrentou com coragem os conflitos que assaltaram a França naquele período e as adversidades da vida, sempre na certeza de que Nossa Senhora protegia quem a ela se confiava.

Como previra, foi sepultada sob a capela onde tivera a visão, na casa-mãe das Filhas da Caridade. Já durante o enterro os presentes diziam que ali estava sendo sepultada uma santa. Após sua morte, a verdade sobre as visões passou a ser divulgada e ela foi então canonizada pelo Papa Pio XII, em 1937.


Título: Catarina Labouré - Mensageira de Nossa Senhora das Graças e da Medalha Milagrosa
Autor: René Laurentin
Coleção: Testemunhos de Santidade
Editora: Paulinas
Formato: 13,5 x 20,0
Páginas: 128
Preço: R$ 14,80
Código: 516384
ISBN: 9788535625547

Sala de Imprensa
Paulinas Editora
Joana Fátima, Taís González e Roberta Molina
www.paulinas.org.br/sala_imprensa
imprensa@paulinas.com.br


Fonte: Paulinas
Postado por: Administrador

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