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Paulinas surpreende adultos e crianças na 20ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo

Data de publicação: 22/08/2008

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Desde o princípio, muita animação para a criançada, além de muitos descontos e bate-papo com autores sobre variados temas.

Se você pensa que, ao visitar o estande da Paulinas na 20ª Bienal Internacional do Livro (Avenida 3 - ruas I/J), vai encontrar somente livros, errou. No evento, que ocorre desde domingo, 14, no Parque de Exposições do Anhembi na capital paulista, a Editora tem atraído gente grande e gente pequena com uma diversificada programação cultural: contadores de histórias, bate-papos, promoções, brincadeiras e, claro, muitos livros.

A editora preparou uma programação interativa para recepcionar os pequenos leitores, e o início da semana foi recheado de animação, aberto para a visitação das escolas. Desde o início da feira, a arte-educadora Leila Terra vem envolvendo com histórias e brincadeiras os pequenos visitantes do estande. Dom Quixote, El Cid Campeador, Romeu e Julieta são os protagonistas das muitas fábulas contadas por ela e da coleção Clássicos do Mundo, lançada na feira com as presenças do escritor José Arrabal e do ilustrador Daniel Araújo.

Primeira a lançar um livro em braile no Brasil (Bienal de 2006), a editora, outra vez, dedicou atenção especial ao tema da inclusão social/educacional. Depois do sucesso na última edição, as bruxinhas de Minas não resistiram e voltaram. Uma delas, A Bruxa mais Velha do Mundo, que completou mais de mil aniversários e continua à procura de um marido bem velho e feio, foi a protagonista da história contada pela escritora Elizete Lisboa - em tinta e em braile.

A professora mineira apresentou na feira a terceira obra, Firirim Finfim, no sábado e domingo, em meio a oficinas de braile, autógrafos e muitas histórias. A escritora cativa as crianças com as oficinas. Ali, consegue ensinar a leitura do braile para os pequeninos que enxergam. Em pouco tempo de explicação e já era possível ver crianças escrevendo frases em braile. "O sistema cria na criança que enxerga o interesse em refletir sobre a diversidade humana; fica fácil compreender que somos iguais e ao mesmo tempo também diferentes, e que não há mal algum em ser diferente", diz Elizete.

Por falar em inclusão, a escritora Lúcia Cyreno e seu pequeno Rei Arthur também marcaram presença em um bate-papo bastante descontraído. E quem não se lembra da famosa brincadeira de pular amarelinha? Paulinas preparou uma exposição de livros sob um "tablado" de vidro com a amarelinha e até os adultos fazem fila para aproveitar a brincadeira.

Sala de Imprensa
Paulinas Editora
Joana Fátima, Taís González e Roberta Molina
11-5081-9333
www.paulinas.org.br/sala_imprensa
saladeimprensa@paulinas.com.br


Fonte: Paulinas
Postado por: Administrador

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