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O meu nome é Meriam

Data de publicação: 30/11/2016

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DADOS DO PRODUTO

Título: Meu nome é Meriam (O)
Autor(a): Antonella Napoli
PAULINAS - LIVROS
Coleção: Superação
Formato: (13,5 x 21,0)
Páginas: 160
Código: 529907
ISNB: 9788535641950
Preço: R$ 18,50

RELEASE


Sudanesa condenada à morte por se tornar cristã ganha biografia em português

História de jovem de 27 anos, que estava grávida quando foi presa, é narrada por jornalista italiana e publicada no Brasil por Paulinas Editora

O livro “O meu nome é Meriam”, escrito pela jornalista italiana Antonella Napoli, narra o caso de Meriam Yehya Ibrahim Ishag, uma jovem de 27 anos condenada a cem chibatadas por adultério, por ser casada com um cristão, e à morte por enforcamento por recusar-se a renegar a sua religião. Denunciada por um suposto meio-irmão, a quem nunca antes vira, seu julgamento mobilizou ativistas do mundo inteiro e foi noticiado em jornais, canais de televisão e redes sociais de todo o globo.
Mãe de um menino de um ano e meio, Meriam estava grávida quando recebeu sua sentença. Ela foi obrigada a dar à luz a pequena Maya na prisão, acorrentada, no dia 27 de maio de 2014, enquanto seus advogados preparavam um recurso ao Tribunal de Segunda Instância e a jornalista italiana Antonella Napoli entrava em ação, relançando a campanha pela sua libertação, envolvendo políticos e voluntários em defesa dos direitos humanos.
Após intensas negociações diplomáticas do governo italiano e do Vaticano com as autoridades do Sudão, a corte do país decidiu libertar Meriam no dia 24 de junho de 2014. Ela e sua família passaram a se refugiar na embaixada americana até que chegaram a Roma, onde se encontraram com o papa Francisco, acompanhados do vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Lapo Pistelli, que foi ao Sudão só para buscá-los.

Os casamentos que misturam duas fés não são reconhecidos no Sudão, e uma pessoa que “abandona” uma religião em troca de outra pode ser acusada de apostasia. O pai de Meriam é muçulmano, e, teoricamente, Meriam deveria ter herdado a religião do pai, mas ela sustenta que foi criada na fé cristã por sua mãe, ortodoxa etíope, depois que seu pai as deixou quando ela era uma criança.
“Teriam bastado duas palavras para sair do pesadelo e voltar a uma vida normal. Mas eu não as pronunciaria. Nem agora, nem nunca. Eu suportaria qualquer pena para defender a minha dignidade e proteger a liberdade de escolher e crer na minha religião”, afirma a sudanesa.
Meriam nunca pensou em se tornar um símbolo, mas sua postura, decidida a enfrentar qualquer pena para defender sua dignidade e proteger a liberdade de escolher e crer na própria religião, serve de exemplo e alimenta a fé de todos que sofrem perseguições e violência devido à intolerância religiosa.

Sobre a autora:
Antonella Napoli é jornalista e, atualmente, ocupa-se de política internacional e direitos humanos. Africanista e analista de questões internacionais, colabora com as revistas Vanity Fair, Limes e L’Huffington Post. É autora de livros e reportagens, além de contos e ensaios publicados em antologias e revistas universitárias. É ativista de direitos humanos, promovendo campanhas, eventos e iniciativas institucionais; fundadora e presidente da Italians for Darfur Onlus e membro da Articolo 21 – uma associação que defende o princípio da liberdade de manifestação de pensamento.

Sobre Paulinas:
Paulinas Editora é parte integrante do projeto apostólico da Pia Sociedade Filhas de São Paulo, instituição religiosa católica fundada pelo padre Tiago Alberione, com a colaboração de irmã Tecla Merlo, na Itália, em 1915, com o objetivo de evangelizar na cultura da comunicação. Referência de qualidade, ética e respeito pela diversidade cultural e religiosa, Paulinas Editora está presente no Brasil desde 1931 e, ao longo de sua trajetória, vem sendo reconhecida por sua atuação com inúmeras premiações, com destaque para oito Prêmios Jabuti – o mais importante prêmio literário do país, conferido pela Câmara Brasileira do Livro. Diversas obras também receberam a menção “Altamente recomendável” ou indicações ao “Acervo básico” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), entre outras distinções conferidas por associações literárias nacionais e do exterior.

Informações para a imprensa:
Luciana Sabbag
Tel.: 55 11 5081-9333 – Ramal 9473
imprensa@paulinas.com.br


Fonte: Sala de Imprensa
Postado por: Sala de Imprensa



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